Sexo e Champagne por Lola Benvenutti
Uma
das minhas experiências mais marcantes foi com um cliente do interior, com quem
saí por muito tempo. Havia uma conexão mágica entre nós, nos gostávamos além da
conta e bastava nos olharmos para perceber que era mútuo. Ele era moreno, tinha
os cabelos pretos e lisos na altura da nuca, ombros fortes e bem definidos,
além do músculo do pecado, localizado na altura do quadril, indicando o caminho
das delícias. A textura da pele era inebriante. Tão macia, cheirosa; total
simbiose.Um dia ele me ligou e disse que me faria uma surpresa. Esperei
ansiosamente a hora marcada porque sabia que seria inesquecível. Quando
cheguei, ele estava vestido elegantemente, usava um smoking, e abriu a porta
para que eu entrasse. Parecia um ator hollywoodiano e o perfume que emanava de
sua pele tornava o ambiente ainda mais voluptuoso.“Hoje serei seu sommelier,
Senhorita. Aqui está a carta de vinhos”. Entrei no papel, me esforçando para
ficar séria e não atacá-lo. Ele sabia o poder que exercia sobre mim e ia me
explicando vinho por vinho com os lábios tão próximos dos meus que eu sentia
minha boceta sendo invadida por um liquido quente, quase a implorar que ele me
tomasse.
Optei
por uma garrafa de Veuve Clicquot que ele abriu com toda a maestria que
condizia com seu ramo de atuação. Serviu-me com delicadeza e me olhava nos
olhos enquanto eu degustava, aguardando meu sinal para que servisse. Sentia
cada poro do meu corpo transpirar; sentia minha calcinha molhada. Meu olhar era
um suplício para que ele me tomasse.Ele se dirigiu ao aparelho de som e colocou
Wicked Game, na versão de Chris Isaak. Pra mim, essa é uma das músicas mais
sexies de todos os tempos; era a trilha sonora perfeita para o que estava por
vir. Lentamente, ele começou a se movimentar – não era um homem fazendo um
strip…era um deus se despindo dos traços humanos. Passava as mãos pelos cabelos
e percorria o corpo como se adivinhasse exatamente os meus desejos. Suspirei
fundo.
O
champanhe começava a fazer efeito e eu me sentia levemente inebriada pelo
álcool, desejando mais do que nunca ser possuída. Ele sorria, provocantemente
enquanto desabotoava a camisa e deixava entrever os ombros fortes. Em nada
lembrava gogo boys do clube das mulheres. Era, sim, uma nova categoria de
homem: o homem que eu queria pra mim. Jogou-me a camisa e eu a segurei com
força, enquanto sentia seu cheiro. Ele sorria maliciosamente enquanto
desabotoava a calça e tirava os sapatos com a maior sensualidade que eu jamais
vira.
A única peça que cobria seu corpo agora era uma
cueca que imitava a frente de um smoking. Divertida na medida certa. Sorrimos
um para o outro e eu lhe fiz sinal que minha champanhe estava no fim. Ele me
serviu e pegou um recipiente com vários morangos. Enquanto derramava um fio de
leite condensado por seu corpo. Atrevi-me a lambê-lo mas ele me afastou, pegou
um dos morangos, passou delicadamente no doce que banhava sua pele e colocou a
fruta em minha boca.
Enquanto eu me contorcia de tesão, ela ria de mim,
um riso de deboche e sensualidade; aproveitando para lambuzar outros morangos
em seu corpo e colocá-los em minha boca. Alguns ele mesmo saboreava de uma
maneira tão sexy que era impossível não imaginá-lo usando aquela língua quente
e macia a percorrer meu corpo.Quando finalmente me deixou tocá-lo, lambi
delicadamente cada centímetro do seu torso, coberto de leite condensado. Ele
suspirava e mal podia se controlar. Acho que todo o controle havia sido
utilizado até aquele momento.
Agora ele estava entregue. Vagarosamente,
baixei sua cueca e vi seu pau duro babando por mim. Apertei –o com força e ele
gemeu. Eu aproximava meus lábios como se fosse lambê-lo e recuava, rindo de seu
desespero. Seu olhar era um suplício para que eu acabasse com aquela tortura e
o devorasse e acabei sendo convencida.
Lambi aquela cabeça rosava e envolvi-a com minha
boca quente; delicadamente, lambi-o por inteiro e logo comecei a fazer
movimentos de vai e vem. Ele gemia e se contorcia intensamente, prestes a
gozar. Decidi parar e logo me apoderei do leite condensado e derramei sobre meu
corpo: seios, barriga, coxas, virilha. Ele me lambia com toda a voluptuosidade
que poderia haver em um ser e me beijava a boca de maneira tão intensa que eu
me sentia penetrada; no auge da minha excitação.
Foi
então que ele pegou a taça de champanhe e derramou o restinho sobre o meu
ventre, escorrendo rapidamente para minha boceta. Com habilidade, ele tratou de
sugar meu néctar, ainda mais saboroso com aquela mistura. Sua língua tão
delicada percorreu meus lábios de cima a baixo, sugando meu grelinho com
delicadeza. Conforme aumentava a intensidade, eu me contorcia avisando que iria
gozar e ele parava, aumentando meu desespero e desejo.
Foi
nesse momento que implorei para que ele me penetrasse. Ele sorriu e me beijou
lentamente, longamente, ao passo que eu sentia minha buceta pegar fogo, sedenta
por recebê-lo. Finalmente, ele teve piedade, pegou uma camisinha e colocou-a
cuidadosamente. Seu pau estava muito duro, parecia que ia explodir, mas ele
mantinha a calma e elegância.
Delicadamente,
segurou-me pelo rosto e me beijou, enquanto abria minhas pernas e encaixava seu
membro, que deslizou facilmente, tão molhada eu estava. Enquanto ele se
movimentava, me segurava com força pelo quadril, me puxando para si.
O
cabelo nos olhos, o suor que agora escorria pelo seu corpo e o jeito com que me
olhava eram a moldura perfeita para aquele quadro que eu mirava atentamente,
sem deixar escapar nenhum detalhe. Logo, senti meu corpo todo tremer, minha
boceta contrair e soltei um grito “Vou Gozar!”; ele me abraçou com força e
movimentou o quadril contra mim, urrando alto. Senti seu pau pulsar dentro de
mim. Gozamos juntos. E ficamos ali abraçados, sentindo nosso corpos colados e suados.
Fonte: Clic dejos e
http://www.lolabenvenuttioficial.com.br/post/146/Doces+lembran%C3%A7as+da+P%C3%A1scoa
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